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sábado, dezembro 03, 2011

Sem-vergonha



O fulgor de meus beijos
Afogam minha solidão
Tornam-se magmas expelidos
Rompendo átomos floridos
Rosas, margaridas, cravos, marias-sem-vergonha,
Inteiras na beira do tempo
Sem medo de se mostrar
Estalam no fogo da vida.

3 comentários:

Semíramis Libonati disse...

Lindo poema!

Pedro César disse...

Obrigado. A poesia é alimento para um mundo melhor, mais justo e fraterno....

Pedro César disse...

Obrigado. A poesia é alimento para um mundo melhor, mais justo e fraterno....