
Palavras pálidas,
desbotadas buscam o brilho do calor,
distante e (des) coladas no vento
que não é um rio de flores,
nem aração para o cuidado.
Furta cor manchadas,
sem sangue nem pele,
áridas e tristes
dissimuladas em sonhos eletrônicos,
sem o barulho da chuva no telhado.
Pálidas por prazer
debocham das dores,
com monossílabos em nome próprio
regurgitam seu novo tempo.
pcb
Nenhum comentário:
Postar um comentário